Teoria Literária

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Arquivo mensal: fevereiro 2013

TEMPO E NARRATIVA tomo III, de Paul Ricoeur (download)

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Bom, como havia prometido, segue o link do último tomo de Tempo e Narrativa.

LINK PARA DOWNLOAD ====> RICOUER, Paul. Tempo e Narrativa (tomo 3)

AS ESCRITORAS CONTEMPORÂNEAS E O CAMPO LITERÁRIO BRASILEIRO: UMA RELAÇÃO DE GÊNERO, dissertação de Virgínia Leal

LINK PARA DOWNLOAD ====> as escritoras contemporaneas Virginia_Leal

RESUMO

A inserção das mulheres no campo literário brasileiro foi marcada por contínuas e difíceis negociações entre seus principais agentes, como as editoras, o sistema de ensino, os locais de venda de livros, a crítica literária, as instituições governamentais, os canais de venda, os meios de comunicação etc. Essas negociações foram pensadas aqui, fundamentalmente, a partir da perspectiva teórica de Pierre Bourdieu, Itamar Even-Zohar e Antonio Candido. Dentro desse contexto, e dialogando com ele, foi ressaltada a história do feminismo, em suas diversas facetas, incluindo sua vertente teórica, em especial a crítica literária feminista. O gênero como representação, nos termos de Teresa de Lauretis, e como “serialidade”, no sentido proposto por Iris Young, orientam a discussão sobre os romances de cinco escritoras contemporâneas: Elvira Vigna, Lívia Garcia-Roza, Adriana Lisboa, Cíntia Moscovich e Stella Florence. Elas estão movimentando o conceito, pela própria autoria feminina em perspectiva e/ou diálogo com as questões relevantes ao gênero e às mulheres. Publicadas por grandes editoras – Companhia das Letras, Record e Rocco – ampliam as possibilidades de leitura e de legitimação no próprio campo literário. Essas escritoras criam, com seus diferentes estilos, representações de gênero, por meio de suas personagens e temas, além de sua própria presença como escritoras no campo literário brasileiro. A análise da obra de cada escritora busca perceber se seus romances constroem uma representação de gênero que contribua para uma conscientização feminista.

Palavras-chave: campo literário, feminismo, representação, literatura brasileira contemporânea

A ESCRITA ERRANTE DE SAMUEL RAWEL, dissertação de Gabriel Antunes

UM ESCRITOR QUE A CRÍTICA TEM RESGATADO

LINK PARA DOWNLOAD ====> diss samuel rawet rgabriel_antunes (1)

Resumo

Essa dissertação investiga a escrita errante de Samuel Rawet em três contos e duas novelas nos quais procura-se os motivos e principais temas para o desenvolvimento de seu projeto literário. Para isso, é de extrema importância desenvolver as questões periféricas que cercam o estudo crítico que se realiza sobre o autor, incluindo aí uma reflexão sobre o silêncio que envolve seu texto literário a partir de personagens no extremo do conflito e que por isso deforma a própria estrutura dos textos, criando espaços em branco, permitindo que certa mudez invada a literatura. É proposta uma comparação de tal silêncio com o apresentado por Primo Levi em suas obras de testemunho sobre os campos de concentração. Em segundo lugar uma análise acerca da importância dada por Rawet ao sentimento de ódio em toda sua obra, como um guia e arma daqueles que, em sua solidão, necessitam enfrentar situações radicais em suas caminhadas noturnas. O ódio aparece como principal afeto da obra rawetiana. Contudo, é dada, também, prioridade aos textos teóricos e entrevistas do autor, tendência que já existe, a tempos, entre os críticos. Por fim, uma análise das metamorfoses híbridas da personagem Ahasverus, o judeu errante, suas relações com um corpo em perpétuo desequilíbrio e suas relações profanas e sagradas com uma ideia de Deus.

Palavras-chave: errância, escrita, silêncio, periferia, solidão, ódio, hibridismo, Samuel Rawet.

CONFIRA A AGENDA DOS PRÓXIMOS EVENTOS DE LETRAS

Colóquio internacional sobre literatura brasileira contemporânea: espaços, traduções e intermediações culturais (Brasil-França-Alemanha). Dias 7 e 8 de março de 2013, em Paris, e 11 e 12 de março de 2013, em Berlim.
Informações: http://www.gelbc.com.br/atividades_andamento.html

 

IV Colóquio Mulheres em Letras: Escritura, valores, sentidos. Dias 18, 19 e 20 de abril de 2013, na UFMG.
Prazo para submissão de propostas de comunicação: até 20/2/2013
Informações: http://www.mulheresletras.com/#!circular/cde0

 

III SINALEL – III Simpósio Nacional de Letras e Linguística e II Simpósio Internacional de Letras e Linguística. De 11 a 14 de junho de 2013, na UFG/Campus de Catalão.
Prazo para submissão de propostas de comunicação: até 28/2/2013
Informações: http://goo.gl/LRBsw

 

Congresso Internacional Roa Bastos: Estéticas Migrantes. De 2 a 5 de abril de 2013, na Universidade Federal de Santa Catarina.
Envio do resumo de propostas de comunicação: até 28/2/2013.
Informações: http://roabastos2013.blogspot.com.br/
E-mail de contato: esteticasmigrantes@gmail.com

IV EEL – Encontro de Estudos Literários da UEMS: “Tensões do contemporâneo nas literaturas de línguas inglesa, espanhola e portuguesa”. De 7 a 10 de maio de 2013, na UEMS – Campo Grande.
Inscrições: a partir de março de 2013.
Informações: http://www.uems.br/eventos/eel/

Seminário Internacional Fazendo Gênero 10. De 16 a 20 de setembro de 2013 na UFSC (Florianópolis/SC).
Inscrições para Comunicações Orais e Pôsteres: até 20/3/2013
Outras informações: http://www.fazendogenero.ufsc.br/10/site/capa

XIII Congresso Internacional da Associação Brasileira de Literatura Comparada (ABRALIC). De 8 a 12 de julho de 2013, em Campina Grande, PB.
Período de submissão de trabalhos para simpósios: até 19/4/2013
Informações: http://www.eventosabralic.com.br/

 

 

Do GELBEC, em Brasília

“Obra aberta”, de Umberto Eco (download)

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LINK PARA DOWNLOAD ====> eco, umberto. obra aberta

 

Obra aberta é um livro escrito por Umberto Eco, que reúne uma coletânea de ensaios a respeito das formas de indeterminação das poéticas contemporâneas, tanto em literatura, como em artes plásticas e música. Sua primeira edição data de 1962, momento em que a arte europeia assistia à proliferação de obras de arte indeterminadas com relação à forma, convidando o intérprete a participar ativamente na construção final do objeto artístico. São exemplos desse tipo de obra as séries permutáveis de partitura do músico Henri Pousseur e os móbiles de Alexander Calder. O livro contou com várias outras edições, acrescentadas de novos ensaios por parte do seu autor. Além disso, a obra foi traduzida para inúmeras línguas em todo o mundo, sendo que a versão brasileira foi lançada pela Editora Perspectiva, com tradução de Giovanni Cutolo.

CHAMADAS DE TRABALHOS

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REVISTA LETRAS PPGL / UFMS

Letras 47 – 2013/02

 

Organizadoras:

Maria Eulália Ramicelli – UFSM
Sandra Guardini Teixeira Vasconcelos – USP
Prazo para submissão de artigos: 30 de março de 2013.
Ementa: 

Tema: Percursos Literários

Prof.ª Dr. Maria Eulália Ramicelli (UFSM) e Prof.ª Dr. Sandra Guardini Teixeira Vasconcelos (USP)

Ementa: É crescente o interesse pelo estudo das várias formas de circulação de textos literários, entre diferentes contextos socioculturais da modernidade, e as implicações dessa circulação para a constituição e dinamismo dos sistemas literários assim colocados em contato. Para este número daRevista Letras aceitam-se artigos que abordem aspectos do que se pode chamar de processo de “transnacionalização” da literatura na época moderna, como, por exemplo, a atuação de agentes mediadores da produção e acesso à literatura (livreiros, críticos, resenhistas etc), a formação de acervo de instituições de leitura, a dinâmica de periódicos, tradução.

HISTÓRIAS ILUSTRADAS: UMA NOVA FORMA NARRATIVA NO SÉCULO XIX (O EXEMPLO DE WILHELM BUSCH)

Gerson Luis POMARI

▪▪RESUMO: O presente artigo tem como centro o fenômeno das histórias ilustradas do século XIX. Elas são um meio típico do contexto da cultura de expressão alemã do período, quando surgiram diversas modalidades de textos sincréticos (ou intermidiáticos) de comunicação de massa, e representam um tipo de narrativa que lança as bases daquilo que seria conhecido como Histórias em Quadrinhos (HQs) no século seguinte. Tais histórias ilustradas surgem como resultado do impacto das mudanças tecnológicas sobre os meios de comunicação impressa da época e introduzem uma forma narrativa inovadora, a qual resulta da combinação da expressividade do discurso literário com novos recursos oriundos das artes gráficas e das novas técnicas de impressão, que permitiram melhores realizações para o registro das imagens. Wilhelm Busch pode ser considerado o principal autor desse tipo de texto naquele momento e, por tal motivo, serve de exemplo para que melhor se esclareça a força expressiva dessas histórias ilustradas.

▪▪PALAVRAS-CHAVE: Histórias ilustradas. Narrativa intermidiática. Texto verbo-visual. Mídia impressa. Wilhelm Busch.

LINK PARA DOWNLOAD ====> Gerson Luis POMARI